Livro Eu amo correr.

Lançamento do livro Eu amo correr nesta quinta dia 26/2 as 19h na Saraiva do Shopping Eldorado em SP.

O livro traz 50 histórias inspiradoras e fotos vibrantes de brasileiros
que mudaram de vida ao descobrir o prazer da corrida.
E parte da renda é doada a projetos sociais.

Venha conhecer o livro de perto, ganhar brindes exclusivos
e bater um papo com os realizadores, os personagens
e os representantes das iniciativas beneficiadas.

Editora MOL e Banca do bem.

Enzo Amato

8 semanas para meus 100km.

Semana passada não teve texto porque quase não teve treino. Passei vários dias na maternidade babando na nova integrante da família que nasceu. Carnaval nunca foi tão emocionante!

Depois de 4 dias sem treinos, muito pouca atividade física e horas de sono reduzidas, voltei aos treinos meio baqueado, corri 2km e voltei pra casa exausto.

Quarta fui me recuperando e mandei 7km bem feitos.

Quinta fiz musculação, depois de uma semana sem, ainda levantava os mesmos pesos, isso não me preocupava.

Sexta não adiantava treinar, pois atrapalharia o desempenho do sábado, e ficar confiante com os treinos agora é mais importante do que simplesmente me esgotar.

Trilha entre Estrada velha de Santos e Paranapiacaba.

Sábado fui para trilha (foto acima) pensando em fazer 4hs num percurso de 37km, mas a volta foi mais sofrida e demorei 30 minutos a mais que o previsto, senti o calor e a desidratação, roupas encharcadas por muito tempo e vontade de virar copos e copos de uma vez só. O desempenho caiu bastante, mas tenho claro na cabeça que foi pelo calor, o corpo está preparado e a cabeça também, basta me lembrar de outros treinos tão intensos quanto este que foram bem executados para não me deixar abater.

Domingo descanso.

A semana começa cheia de novidades para um pai de primeira viagem, já quanto aos treinos tudo bem. Ainda acho que consigo incluir mais 2 treinos longos e assim totalizar 5 longos nessas 15 semanas de preparação. Número bom para me sentir confiante fisicamente e mentalmente, também para acertar a alimentação, hidratação e equipamentos.

Rumo aos 100km da Ultra Fiord.

Enzo Amato

Recorde no Aconcágua agora é de Karl Egloff

E não é que ele bateu o recorde!

Karl Egloff tirou 57 minutos do “antigo” recorde que Kilian Jornet havia estabelecido nesta mesma temporada.

11h52 foi o tempo que Karl levou para subir e descer o Aconcágua em 19/02/2015. (Kilian havia feito 12h49 dois meses atrás, em 24/12/2014)

Aproximadamente a 2750m.s.n.m. estava o ponto de partida (Horcones)

Foram mais de 4mil metros de ascensão vertical e os mesmos 4mil de descida.

A 6969m está o cume do Aconcágua.

O percurso todo foi de mais ou menos 60km.

O recorde só de subida parece que não foi quebrado, ainda é de Jorge Egocheaga, com 7h52.

A super corredora brasileira Fernanda Maciel também tentou o recorde nesta mesma temporada, mas deu meia volta ao sentir-se mal aos 6mil metros.

Minha pergunta é, o que esperar para a próxima temporada de escaladas? O que esses super atletas tentarão fazer? Já é sabido que Kilian tentará o recorde no Everest, obviamente sem oxigênio suplementar. Como disse no texto anterior, esses são os desbravadores do nosso tempo e temos o privilégio de observá-los em tempo real.

Enzo Amato.

Nova tentativa de recorde no Aconcágua.

O guia de montanha equatoriano e corredor nas horas vagas Karl Egloff, que tirou de Kilian Jornet o recorde de ascensão do Kilimanjaro, maior montanha da África, agora parte para o Aconcágua tentar o mesmo.

Sairá da entrada do parque até o cume a 6969m.s.n.m. e retornará. Serão aproximadamente 60km com 4mil metros de desnível na subida e igualmente na descida. O catalão Kilian Jornet bateu o recorde no fim de 2014 cravando 12h49 e o equatoriano tem tudo para baixar esse tempo, pois além de ser guia de montanha e forte corredor, teve mais tempo de preparação, conhece o Aconcágua e só nessa preparação realizou 2 cumes.

Karl no cume do Aconcágua durante preparação para quebra de recorde.
Foto: (Reto Aconcagua (Facebook))

Dia 19/2/2015 as 7 horas, horário de Brasília, Karl começará a subir.

Nesta mesma temporada a brasileira Fernanda Maciel também tentou o recorde, mas deu meia volta ao passar mal aos 6mil metros.

Esses são os desbravadores do nosso tempo e poder acompanhá-los em tempo real é fazer parte da história.

Agora é torcer e esperar pra ver.

Enzo Amato.

Comparativo tênis de corrida c/ + de 300km.

Comparar modelos que tem mais ou menos o mesmo preço no Brasil acaba virando algo bem pessoal. É mais pelo gosto que pelo desempenho. O mesmo tênis num pé mais largo pode causar uma impressão totalmente diferente que num mais estreito.

Adidas, Newton, Spira, Nike e Puma
Todos bem rodados, mas ainda vivos.

Já fiz treinos de mais de 30km com todos os modelos da foto, também fiz corridas mais curtas e rápidas, corri na chuva, na esteira e com alguns até em estradas de terra. Tenho alguns preferidos, mas sem dúvida por características pessoais e não seria justo apontá-las pois podem ser diferentes das suas. Abaixo deixo os modelos bem usados que tenho em casa. Veja que os tamanhos variam, o importante é que o pé fique confortável.

Newton Gravity

  • Peso: 300gr. 1 pé tamanho 27cm.
  • Drop: Muito baixo (não tenho a informação).
  • Positivo, desenvolvido para aterrizar com o ante pé imitando uma corrida descalça. Já tem modelos mais atuais.
  • Negativo, num terreno pedregoso furei a sola e agora escuto o pé esquerdo soltar ar ao pisar. Comparativamente aos outros, a frente mais alta não favorece o modelo nas curvas e se o chão estiver molhado pior.

Spira Stinger 3

  • Peso: 260gr. 1 pé tamanho 27,5cm.
  • Drop: 8mm.
  • Positivo: leve, simplista e largo. Tem cara de tênis de prova, mas é muito durável.
  • Negativo, a tecnologia com molas ainda faz o modelo rangir depois de muito uso.

Puma Mobium Elite

  • Peso: 270gr. 1 pé tamanho 26,5cm.
  • Drop: Muito baixo ou zero (Não tenho a informação).
  • Positivo, meu pé não desgastou a palmilha como os outros e se fosse usar fora das corridas usaria esse. É o que mais facilita a técnica de pisar com o ante pé.
  • Negativo, rasgou na dobra do ante pé e meus tênis não costumam rasgar.

Adidas Energy Boost 2

  • Peso: 325gr. 1 pé tamanho 41
  • Drop: 12mm, alto para meu gosto
  • Positivo, agarre em piso molhado e nova tecnologia de amortecimento mais leve que EVA. Calcanhar reforçado e maleável no cabedal.
  • Negativo, estreito para meu pé e calcanhar alto para meu gosto.

Nike Free 2

  • Peso: 255gr.
  • Drop: baixo (não tenho a informação)
  • Positivo: Calcanhar é mole, mas não deforma ao pisar, uso em qualquer tipo de treino ou prova e ocupa pouco espaço na mala.
  • Negativo, talvez por ser parcialmente impermeável ele não facilita a ventilação como os outros. Veste o pé como uma meia, mas talvez alguns formatos de pé fiquem fora do padrão da marca.

O solado de todos eles tem desenhos e formatos diferentes, mesmo assim ainda aguentam pelo menos o dobro da quilometragem atual sem comprometer.

São opiniões pessoais de acordo com meu uso, rotina, formato de pé, biomecânica de passada e gosto. Espero que você também faça boas escolhas.

Enzo Amato.

Ultra Fiord

Percurso da Ultra Fiord 2015

Um Fiorde é uma espécie de lago profundo em forma de U entre montanhas rochosas e acantilados. Se formaram com o movimento dos glaciares rumo ao mar, é por isso que só se encontram em regiões muito frias. O sul da Patagônia chilena esta repleta de milhares de quilômetros de fiordes, até alguns que não foram descobertos ainda. Tudo isso faz com que a Ultra Fiord tenha um ambiente místico de descobrimento do espetacular mundos dos fiordes.

Faltando menos de um mês para o encerramento das inscrições (até 7/3/2015) grandes nomes do trail running mundial serão os embaixadores do evento, como os brasileiros Manu Vilaseca nos 70km e Fernando Nazário nos 100km, também argentinos, chilenos europeus e estadunidenses, mas além das estrelas, o evento já se consagra internacional na sua primeira edição, 70% dos inscritos são estrangeiros e 17 países estarão representados.

Através do evento seus organizadores buscam promover o turismo na região, contribuindo na valorização do patrimônio e fomentando o desenvolvimento sustentável das comunidades locais. “Queríamos desenvolver uma prova que não só permitisse descobrir esses misteriosos caminhos de água”, conta o diretor da prova, Stjepan Pavicic, “se não ir além disso no desenvolvimento sustentável e na conservação da região para assim proteger os fiordes chilenos e seus moradores, preservando beleza e inocência”

Viverei essa experiência ao lado de grandes estrelas e muitos corajosos desconhecidos que terão suas histórias particulares na Ultra Fiord.

Clique e acompanhe minha preparação completa como montagem de planilha, alimentação, treinos longos etc…

Enzo Amato

10 semanas para meus 100km, nutrição.

Nutrição para provas curtas o segredo está no antes, já nas longas nada importa mais que o durante.

Depois de algumas horas de corrida se você deixou o combustível acabar isso reflete no seu desempenho e o ritmo cai sensivelmente. Para ser mais claro, quebrou, e agora vai ser penoso continuar.

Na teoria precisamos de aproximadamente 30gr de carboidrato por hora de exercício e em torno de 700ml de líquido, mas garanto que na prática a coisa muda e só mesmo com muita prática para saber o que resolve para cada pessoa na situação que ela está. São muitos fatores internos e externos que influenciam como, temperatura e umidade do ambiente, duração da prova, intensidade do esforço, peso da pessoa etc… Portanto a teoria nos serve de ponto de partida e os treinos longos o campo de testes.

Nesses 100km da Ultra Fiord levo em consideração o clima frio e as 2 bolsas que estarão no percurso onde deixarei alimentos sem que precise carregar a prova toda.

O que vou comer?

Imagem: Shutterstock

Biscoito salgado com goiabada (aqui em SP chamamos de bolacha, mesmo que no pacote esteja escrito biscoito)

Em 26gr de Club Social tenho 17gr de carboidrato, vou comer meia porção por vez com uma pequena fatia de goiabada, que tem mais 17gr. Nessa meia porção já conto com 100mg de sódio e 1gr de proteína. (isso por menos de R$1 por porção). Alternando água e uma bebida isotônica, que normalmente tem 6gr de carbo em 200ml, garanto toda energia que preciso sem esvaziar o tanque.

Outra opção que vou levar em clima frio é chocolate, levo o meio amargo pelo paladar, mas qualquer outro serviria, menos o branco provavelmente. O chocolate que comprei me dá 14gr de carbo numa porção de 25gr, a proteína é irrelevante, por outro lado tem muita gordura 6,7gr, mas em provas longas não tenho problema com isso, se eu fosse num ritmo muito intenso talvez tivesse (cada porção também saiu por menos de R$1).

No meu caso levo mais de uma opção de comida e vou alternando para não enjoar.

Sem dúvida dá mais trabalho do que tomar o pó mágico, exige o teste prático para saber se seu estômago vai aceitar, e mesmo que aceite no treino não quer dizer que na prova vai. O mesmo acontece com o pó (suplemento) e duvido que ache algo por R$1.

Há anos não uso suplemento e venho tentando encontrar, junto com minha nutricionista, o que me cai melhor nas provas tendo aqueles números da teoria como guia e para cada tipo de prova uma estratégia adequada. Adoraria levar amêndoa salgada, damasco seco e castanha do Pará, mas nada disso vai poder entrar no Chile. Cada prova é uma prova!

Na semana fiz:

  • Segunda, musculação membros superiores
  • Terça, musculação membros inferiores + 2km corrida bem leve abaixo de 130bpm (regenerativo dos 42km de sábado)
  • Quarta, 5km corrida, quase recuperado.
  • Quinta 10km progressivo entre L1 e L2, treino bom se levar em conta o desgaste do sábado.
  • Sexta, descanso.
  • Sábado musculação para pernas 3×7 + corrida sobe e desce.

Rua inclinada de 180mts = subida de 45 segundos forte (180bpm) por 2min trote leve e mesma descida em 30 segundos forte. Fiz isso por 9x.

  • Domingo esteira 1km aquecimento + 200m inclinação 8% a 12km/h (180bpm) por 300m plano a 9km/h. Fiz isso 8x (treino muito parecido com sábado, mas sem o desgaste da descida).

Leia outros textos sobre a preparação para os 100km.

Semana que vem tem mais.

Enzo Amato

Tênis Mizuno Wave Hayate

Acabei de receber da Mizuno o Wave Hayate para testar e dar minha opinião.

Por enquanto só consegui usá-lo durante meus dias de trabalho, ainda não fui para a trilha, mas posso deixar as primeiras impressões sem medo de errar.

Mizuno Wave Hayate

É leve, 250gr cada, (tamanho 40) estiloso, bem arejado, dá até pra ver a meia através dele e isso favoreceria uma secagem rápida ao cruzar rios e poças, a sola obviamente é mais dura que a de seus irmãos de academia e asfalto, já que ele tem que ser versátil e suportar tanto uma corrida rápida em estrada de terra, quanto te fazer avançar no barro, pedras e subir barrancos. Os cravos são altos e espaçados e as laterais do calcanhar tem certo reforço para não deformar ao pisar.

O cabedal parece meio frágil se comparado com outros modelos de trilha, em contrapartida oferece muito conforto aos pés. A fôrma não é larga, o que é ótimo para pés estreitos, essa primeira impressão é de que o solado vai responder pelo tempo que o resto do tênis durar.

No fim das contas, opinião pessoal, usaria em provas que quisesse ir rápido e que tivesse pouco asfalto para não detonar a sola. Também usaria nos treinos específicos e assim não teria que comprar dois pares.

Quando ele estiver mais rodado deixo outras opiniões.

Preço sugerido R$399 (visite a loja online)

Enzo Amato

Indomit Costa Esmeralda, inscrições amanhã.

Uma das mais belas corridas brasileiras! Inscrições abrem dia 5/2/2015 as 14hs.

Não tenho dúvida em afirmar, seja qual for a distância que escolher, dos 12 aos 100km, é daquelas corridas que te motiva só pelo visual. É aquela que você fala pro seu amigo estrangeiro ficar com inveja e louco para conhecer, é a corrida que serve de propaganda para o país. São lindas praias e trilhas, quanto mais quilômetros mais praias. Se tiver sol é o sol do país tropical, se tiver chuva também, não existe tempo ruim ou propaganda negativa nessa prova. Corrida 07 de novembro, tempo suficiente para treinar e se desafiar numa distância nova.

Fiz 65km na edição inaugural de 2014. Clique para ler como foi, assista ao vídeo e escolha sua distância. Visite o site do evento.

Enzo Amato

11 semanas para meus 100km, equipamentos obrigatórios.

Nas montanhas cada prova é uma prova. Até a mesma prova pode virar algo completamente diferente de um ano para o outro com algumas combinações climáticas como calor, frio, vento, neve, chuva.Colocar, tirar ou combinar alguns desses ingredientes durante o percurso faz muita diferença, e estar equipado pode garantir sua corrida e até sua vida.

Ter o equipamento faz toda diferença
Imagem: Shutterstock

Depois de algumas corridas fora de estrada você percebe que os equipamentos básicos são sempre os mesmos (em azul), já outros entram na lista de acordo com as características de cada prova, sempre para o bem dos atletas e nunca por modinha.

Para os 100km da Ultra Fiord veja o que tenho que levar comigo. Em vermelho eu que providencio, em preto o que eles fornecem e em azul o que levo em praticamente todas as provas.

  • Lista de itens e equipamentos obrigatórios que devem ser usados em tempo integral:
      • Passaporte de corredor
      • Número de prova
      • Pulseira de corredor
      • Mapa e perfil com detalhes do percurso
      • Mochila ou pochete com capacidade para transportar todo o equipamento necessário
      • Recipiente para, pelo menos, 0,5 litros de água
      • Lanterna com pilhas sobressalentes
      • Lanterna de reserva com devidas pilhas correspondentes
      • Manta térmica de sobrevivência (tamanho mínimo de 140 x 200 cm)
      • Bastões de trekking
      • Apito
      • Faca ou canivete
      • Óculos de proteção contra sol, vento e neve
      • Relógio (dependendo da experiência do corredor, ele poderá solicitar uma exceção para não usá-lo)
      • Alimentação de reserva
      • Kit básico de primeiros socorros, que inclui, pelo menos, os seguintes elementos:
    • Dois curativos estéreis (10 cm x 10 cm)
    • Esparadrapo (3 centímetros x 50 centímetros de comprimento)
    • Soro fisiológico (2 x 5 mL)
    • Um curativo oclusivo (para cobrir o olho, se necessário)
    • Cinco curativos de enfrentamento (substitui os pontos de sutura)
    • Medicação pessoal (por exemplo, paracetamol e ibuprofeno)
      • Telefone operativo (apenas em algumas áreas, será possível encontrar sinal do telefone). Neste aparelho, você deve registrar o número de contacto indicado pela organização. Mantenha-o desligado e só utilize em situações de emergência. A organização irá informar que empresa tem a melhor cobertura na área.
      • Vestuário:
        • Corta vento
        • Jaqueta impermeável com capuz (além do corta vento)
        • Jaqueta sintética térmica, mínimo de 300g (Recomenda-se as compostas de material: Primaloft)
        • Calças compridas de escolha
        • Camiseta manga longa
        • Touca
        • Luvas térmicas

Os itens a seguir são recomendadas e opcionais:

    • Primeira pele superior e inferior
    • Bússola
    • Relógio GPS
    • Recipiente não descartável
    • Protetor solar

Os atletas profissionais vão com equipamentos de ponta e com a prática e experiência conseguem adaptar tudo para que caiba numa mochila pequena de 5L e com pouco peso, mas certamente verei muitos corredores com mochilas de 10 a 20L. Já vi atletas que fazem provas de 7 dias com mochilas de 20L, o que exige extremo conhecimento e prática para levar tudo o que será usado e comido em 7 dias numa mochila tão pequena.

Os equipamentos obrigatórios preveem o pior cenário, e na maioria das provas você não vai usar boa parte do que carrega, mas ter a certeza que você está com tudo o que precisa é mentalmente confortante e te faz pensar só na corrida.

Os equipamentos garantem você na prova. No fim das contas é perigoso e não vale a pena “tirar os freios da bicicleta para poder ir mais leve”.

– Na semana treinei o seguinte:

Segunda, Corrida ritmo 8km, média de 150bpm

Terça, musculação completa 1 exercício para cada grupo muscular;

Quarta, ladeira em esteira, 1km aquecimento

  • 300m inclinação 5% a 9,5km/h
  • 250m inclinação 7% a 9km/h
  • 200m inclinação 9% a 9km/h
  • 250m inclinação 1% a 9,5km/h (8x a série, batimentos entre L1 e L2)

Quinta, descanso forçado, queria ter feito musculação e corrida, mas não deu tempo.

Sexta, descanso porque sábado seria difícil.

Sábado, 4h35 asfalto, ritmo fácil no L1 com algumas subidas e descidas e mochila com 2,5kg nas costas. 42km.

Domingo descanso.

Leia outros textos dessa preparação rumo aos 100km. Até semana que vem.

Enzo Amato